Chega essa época do ano ficamos fazendo uma retrospectiva de tudo que passamos durante o ano. É muito bom fazer essa reflexão e podermos analisar tudo aquilo que foi bom e ruim para que no ano seguinte possamos mudar.
Esse ano foi muito bom para mim, pois aconteceram bastante coisas boas.
Fiz o blog, está certo que o abandonei algumas vezes, mas somos pessoas que temos tantos afazeres que muitas vezes acabo por não ter tempo de postar, sério, e fico apenas acompanhando os outros blogs, pois tenho que me atualizar.
Esse ano Maria Luiza teve um grande desenvolvimento, tivemos muitas alegrias, sua festa de aniversário foi uma realização de um sonho (até preparei o post deste dia, mas como não tive alcance das fotos durante a do conto acabei por não postar, mas publicarei em breve se possível), tudo correu para o bem com a graça do meu bom Deus.
E eu desejo que em 2013 seja melhor ainda, muito mais de alegrias, que minha filha possa continuar proporcionando alegrias em nossas vidas, e desejo que no novo ano eu possa ter mais tempo para curtir com ela e minha família, deixar a loucura do serviço, de casa e outras coisas mais para me dedicar a minha família.
Desejo a todos vocês um Feliz Ano Novo repleto de felicidades e conquistas
sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
Mil desculpas
Olá pessoas
Dei um chá de sumiço do blog né, mas peço que me perdoem pois muitas coisas aconteceram em minha vida, um rebuliço que só, e o dia a dia tem sido de pura correria. Claro que isso não justifica a ausência né, mas digo-vos que sumi apenas das postagens pois tenho visitados os blogs quase sempre.
Houve mudanças de setor onde trabalho, foi uma notícia muito boa mas que tive que assumir o cargo urgentemente, e com isso tive que fazer curso de capacitação e conhecer melhor o setor, já que não conhecia nada, ainda está super corrido, mas prometo que estarei publicando sempre, podem deixar. Este post é apenas para me justificar.
Beijão a todos e não me abandonem, adoro vocês ;)
Dei um chá de sumiço do blog né, mas peço que me perdoem pois muitas coisas aconteceram em minha vida, um rebuliço que só, e o dia a dia tem sido de pura correria. Claro que isso não justifica a ausência né, mas digo-vos que sumi apenas das postagens pois tenho visitados os blogs quase sempre.
Houve mudanças de setor onde trabalho, foi uma notícia muito boa mas que tive que assumir o cargo urgentemente, e com isso tive que fazer curso de capacitação e conhecer melhor o setor, já que não conhecia nada, ainda está super corrido, mas prometo que estarei publicando sempre, podem deixar. Este post é apenas para me justificar.
Beijão a todos e não me abandonem, adoro vocês ;)
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Mamãe é sempre babona!!!
Tenho vivido momentos de tantas felicidades, tudo graças do meu bom Deus, que sempre me abençoa, a mim e a minha família.
Cada mãe elogia e fala muito bem dos seus filhos e eu sou mais uma que sempre adoro falar da Maria Luiza. Ultimamente ela só tem me dado orgulho com seu desenvolvimento e sua inteligência. É incrível como um ser tão pequenino já pode demonstrar tanta habilidade, tanta inteligência com as coisas. A cada dia é uma descoberta, uma nova forma de agir, de brincar, de falar..... E por falar em "falar" nossa ela anda muito tagarela, não entendemos absolutamente nada, mas ela não para de falar, é muito engraçado, sempre conversamos com ela, e procuro estar sempre falando mesmo não entendendo o que ela diz.
Ainda não fala mamãe, palavra que tanto sonho em ouvir de sua pequena boca.
E também é através dos DVD's da Galinha Pintadinha que ela tem aprendido bastante gestos nas músicas, hoje em dia eu me delicio em ficar observando-na ver o dvd e vê-la fazendo os gestos é muito engraçado.
Ela já anda, só quer saber de passear na rua, passeadeira que só.
Não é fácil cuidar de casa, trabalho, família, mas é muito gratificante, o amor que sentimos não se iguala ao cansaço que temos no dia a dia. Minha filha é meu tesouro, meu amor sem fim.
Amor incondicional.
Eu te amo minha Maria Luiza.
(queria postar uma fotinho dela atual, mas estou sem neste pc)
Beijão!!!
Cada mãe elogia e fala muito bem dos seus filhos e eu sou mais uma que sempre adoro falar da Maria Luiza. Ultimamente ela só tem me dado orgulho com seu desenvolvimento e sua inteligência. É incrível como um ser tão pequenino já pode demonstrar tanta habilidade, tanta inteligência com as coisas. A cada dia é uma descoberta, uma nova forma de agir, de brincar, de falar..... E por falar em "falar" nossa ela anda muito tagarela, não entendemos absolutamente nada, mas ela não para de falar, é muito engraçado, sempre conversamos com ela, e procuro estar sempre falando mesmo não entendendo o que ela diz.
Ainda não fala mamãe, palavra que tanto sonho em ouvir de sua pequena boca.
E também é através dos DVD's da Galinha Pintadinha que ela tem aprendido bastante gestos nas músicas, hoje em dia eu me delicio em ficar observando-na ver o dvd e vê-la fazendo os gestos é muito engraçado.
Ela já anda, só quer saber de passear na rua, passeadeira que só.
Não é fácil cuidar de casa, trabalho, família, mas é muito gratificante, o amor que sentimos não se iguala ao cansaço que temos no dia a dia. Minha filha é meu tesouro, meu amor sem fim.
Amor incondicional.
Eu te amo minha Maria Luiza.
(queria postar uma fotinho dela atual, mas estou sem neste pc)
Beijão!!!
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
Baguncinha de criança
Olá a todos!!!
Ainda não sabemos qual a programação para o feriadão e para o dia de amanhã, como sabemos feriado, dia em que comemoramos Nossa Senhora Aparecida, considerada a padroeira do Brasil e também o dia das crianças.
A cidade em que moro está a semana inteira chuvosa e pela previsão do tempo amanhã também será....dia assim é complicado neh, pois ficamos privados de fazer atividades na rua, passeio ao ar livre, ir a praia, levar em parques, enfim.
Mas o principal ela terá, independente da escolha do que fazer amanhã, ela estará na presença do papai e da mamãe, tem presente melhor?
Desejo a todos um feriado muito bom e agradável, esteja sempre presente ao seu filho.
Beijos
** Na foto minha bagunceira preferida :P
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
Tempo, tempo, tempo, tempo...
E o que dizer desse tempo que passou tão rápido?
Na gestação tive momentos tão gostosos e hoje bate uma saudade de sentir minha baby dentro de mim. Muitas vezes quietinhas e outras bagunçando dentro da barriga da mamãe, chutes, viradas radicais, e tudo eu adorava. Fora o incômodo que é no início da gravidez, mas fora isso estar grávida é um momento muito especial, somos paparicadas o tempo inteiro, o respeito fora de nosso convívio com pessoas que nem conhecemos é grande, que legal ver que hoje ainda tem pessoas bondosas e que gostam de ajudar o próximo né. Num mundo tão diferente que vivemos hoje em dia onde muitos estão se importando com si próprios e com a riqueza.
Enfim, o tempo passa de pressa e eu ando devagar.....rs
E o primeiro ano de nascimento da Maria Luiza também passou depressa. Bem que fui muito avisada com a frase "aproveite pois passa rápido"... éééé, realmente passa mesmo gente, e que saudade vai batendo ao longo dos dias né.
Hoje minha pequena já está com 1a e 1mês e já sinto falta de muito momentos que vivi ao seu lado e olha que virão vários outros momentos, a coisa que mais sinto falta é de amamentar, pois ali naquele momento sempre senti um amor tão imenso, cria-se um laço muito forte. Hoje por exemplo fiquei no trabalho lembrando das risadas gostosas quando ela dava, e me arrependi por não ter gravado esses momentos, gravei alguns até, mas as risadas não.
E o tempo anda tão curto, pois temos compromissos no dia a dia e muitas vezes deixamos de aproveitar o máximo ao lado deles, mas faz parte da vida né, tenho que trabalhar, cumprir compromissos.
O que considero importante apesar de toda a correria é que sempre nos momentos livres temos que nos dedicar ao máximo aos nossos filhos, pois o tempo passa tão rápido e eles crescem e um dia deixam de ser crianças e não podemos chegar lá na frente e se arrepender, apesar de que sempre vamos achar que poderíamos nos dedicar mais, mas temos que fazer nossa parte não é mesmo, e tratá-los sempre com muito amor.
Tenho procurado me dedicar cada vez mais a minha casa, cuidar do maridinho, da filhota. É sempre bom chegar em casa e ver que tem aqueles que te amam aguardando pela sua chegada ;)
Bom restinho de quarta-feira.
Beijos
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
Texto lindo
Publicando esse texto que li pela andança da internet, achei muito lindo, quem tem filhos com certeza vai se emocionar.
Ótimo final de semana ;)
'Antes que elas cresçam'
Affonso Romano de Sant'Anna
Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos.
É que as crianças crescem. Independentes de nós, como árvores, tagarelas e pássaros estabanados, elas crescem sem pedir licença. Crescem como a inflação, independente do governo e da vontade popular. Entre os estupros dos preços, os disparos dos discursos e o assalto das estações, elas crescem com uma estridência alegre e, às vezes, com alardeada arrogância.
Mas não crescem todos os dias, de igual maneira; crescem, de repente.
Um dia se assentam perto de você no terraço e dizem uma frase de tal maturidade que você sente que não pode mais trocar as fraldas daquela criatura.
Onde e como andou crescendo aquela danadinha que você não percebeu? Cadê aquele cheirinho de leite sobre a pele? Cadê a pazinha de brincar na areia, as festinhas de aniversário com palhaços, amiguinhos e o primeiro uniforme do maternal?
Ela está crescendo num ritual de obediência orgânica e desobediência civil. E você está agora ali, na porta da discoteca, esperando que ela não apenas cresça, mas apareça. Ali estão muitos pais, ao volante, esperando que saiam esfuziantes sobre patins, cabelos soltos sobre as ancas. Essas são as nossas filhas, em pleno cio, lindas potrancas.
Entre hambúrgueres e refrigerantes nas esquinas, lá estão elas, com o uniforme de sua geração: incômodas mochilas da moda nos ombros ou, então com a suéter amarrada na cintura. Está quente, a gente diz que vão estragar a suéter, mas não tem jeito, é o emblema da geração.
Pois ali estamos, depois do primeiro e do segundo casamento, com essa barba de jovem executivo ou intelectual em ascensão, as mães, às vezes, já com a primeira plástica e o casamento recomposto. Essas são as filhas que conseguimos gerar e amar, apesar dos golpes dos ventos, das colheitas, das notícias e da ditadura das horas. E elas crescem meio amestradas, vendo como redigimos nossas teses e nos doutoramos nos nossos erros.
Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos.
Longe já vai o momento em que o primeiro mênstruo foi recebido como um impacto de rosas vermelhas. Não mais as colheremos nas portas das discotecas e festas, quando surgiam entre gírias e canções. Passou o tempo do balé, da cultura francesa e inglesa. Saíram do banco de trás e passaram para o volante de suas próprias vidas. Só nos resta dizer “bonne route, bonne route”, como naquela canção francesa narrando a emoção do pai quando a filha oferece o primeiro jantar no apartamento dela.
Deveríamos ter ido mais vezes à cama delas ao anoitecer para ouvir sua alma respirando conversas e confidências entre os lençóis da infância, e os adolescentes cobertores daquele quarto cheio de colagens, posteres e agendas coloridas de pilô. Não, não as levamos suficientemente ao maldito “drive-in”, ao Tablado para ver “Pluft”, não lhes demos suficientes hambúrgueres e cocas, não lhes compramos todos os sorvetes e roupas merecidas.
Elas cresceram sem que esgotássemos nelas todo o nosso afeto.
No princípio subiam a serra ou iam à casa de praia entre embrulhos, comidas, engarrafamentos, natais, páscoas, piscinas e amiguinhas. Sim, havia as brigas dentro do carro, a disputa pela janela, os pedidos de sorvetes e sanduíches infantis. Depois chegou a idade em que subir para a casa de campo com os pais começou a ser um esforço, um sofrimento, pois era impossível deixar a turma aqui na praia e os primeiros namorados. Esse exílio dos pais, esse divórcio dos filhos, vai durar sete anos bíblicos. Agora é hora de os pais na montanha terem a solidão que queriam, mas, de repente, exalarem contagiosa saudade daquelas pestes.
O jeito é esperar. Qualquer hora podem nos dar netos. O neto é a hora do carinho ocioso e estocado, não exercido nos próprios filhos e que não pode morrer conosco. Por isso, os avós são tão desmesurados e distribuem tão incontrolável afeição. Os netos são a última oportunidade de reeditar o nosso afeto.
Por isso, é necessário fazer alguma coisa a mais, antes que elas cresçam.
Ótimo final de semana ;)
'Antes que elas cresçam'
Affonso Romano de Sant'Anna
Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos.
É que as crianças crescem. Independentes de nós, como árvores, tagarelas e pássaros estabanados, elas crescem sem pedir licença. Crescem como a inflação, independente do governo e da vontade popular. Entre os estupros dos preços, os disparos dos discursos e o assalto das estações, elas crescem com uma estridência alegre e, às vezes, com alardeada arrogância.
Mas não crescem todos os dias, de igual maneira; crescem, de repente.
Um dia se assentam perto de você no terraço e dizem uma frase de tal maturidade que você sente que não pode mais trocar as fraldas daquela criatura.
Onde e como andou crescendo aquela danadinha que você não percebeu? Cadê aquele cheirinho de leite sobre a pele? Cadê a pazinha de brincar na areia, as festinhas de aniversário com palhaços, amiguinhos e o primeiro uniforme do maternal?
Ela está crescendo num ritual de obediência orgânica e desobediência civil. E você está agora ali, na porta da discoteca, esperando que ela não apenas cresça, mas apareça. Ali estão muitos pais, ao volante, esperando que saiam esfuziantes sobre patins, cabelos soltos sobre as ancas. Essas são as nossas filhas, em pleno cio, lindas potrancas.
Entre hambúrgueres e refrigerantes nas esquinas, lá estão elas, com o uniforme de sua geração: incômodas mochilas da moda nos ombros ou, então com a suéter amarrada na cintura. Está quente, a gente diz que vão estragar a suéter, mas não tem jeito, é o emblema da geração.
Pois ali estamos, depois do primeiro e do segundo casamento, com essa barba de jovem executivo ou intelectual em ascensão, as mães, às vezes, já com a primeira plástica e o casamento recomposto. Essas são as filhas que conseguimos gerar e amar, apesar dos golpes dos ventos, das colheitas, das notícias e da ditadura das horas. E elas crescem meio amestradas, vendo como redigimos nossas teses e nos doutoramos nos nossos erros.
Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos.
Longe já vai o momento em que o primeiro mênstruo foi recebido como um impacto de rosas vermelhas. Não mais as colheremos nas portas das discotecas e festas, quando surgiam entre gírias e canções. Passou o tempo do balé, da cultura francesa e inglesa. Saíram do banco de trás e passaram para o volante de suas próprias vidas. Só nos resta dizer “bonne route, bonne route”, como naquela canção francesa narrando a emoção do pai quando a filha oferece o primeiro jantar no apartamento dela.
Deveríamos ter ido mais vezes à cama delas ao anoitecer para ouvir sua alma respirando conversas e confidências entre os lençóis da infância, e os adolescentes cobertores daquele quarto cheio de colagens, posteres e agendas coloridas de pilô. Não, não as levamos suficientemente ao maldito “drive-in”, ao Tablado para ver “Pluft”, não lhes demos suficientes hambúrgueres e cocas, não lhes compramos todos os sorvetes e roupas merecidas.
Elas cresceram sem que esgotássemos nelas todo o nosso afeto.
No princípio subiam a serra ou iam à casa de praia entre embrulhos, comidas, engarrafamentos, natais, páscoas, piscinas e amiguinhas. Sim, havia as brigas dentro do carro, a disputa pela janela, os pedidos de sorvetes e sanduíches infantis. Depois chegou a idade em que subir para a casa de campo com os pais começou a ser um esforço, um sofrimento, pois era impossível deixar a turma aqui na praia e os primeiros namorados. Esse exílio dos pais, esse divórcio dos filhos, vai durar sete anos bíblicos. Agora é hora de os pais na montanha terem a solidão que queriam, mas, de repente, exalarem contagiosa saudade daquelas pestes.
O jeito é esperar. Qualquer hora podem nos dar netos. O neto é a hora do carinho ocioso e estocado, não exercido nos próprios filhos e que não pode morrer conosco. Por isso, os avós são tão desmesurados e distribuem tão incontrolável afeição. Os netos são a última oportunidade de reeditar o nosso afeto.
Por isso, é necessário fazer alguma coisa a mais, antes que elas cresçam.
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
Eis a confusão...
Olá.
Estou aqui para partilhar de um notícia que foi publicada ontem na internet, mas acabei sabendo hoje.
Confesso que agora eu como mãe estou mega confusa sem saber o que pensar.
Semana passada levei a Maria Luiza no pediatra, para acompanhamento e também para ela me passar um novo leite. Pois bem, ela me orientou a dar o Ninho 1+, e eu crente que estaria dando leite para minha filha. Está certo que eu poderia ter me atentado ao rótulo da embalagem, mas por acreditar ser Ninho achei que seria leite ninho.
E desde a consulta tenho feito a transição, tenho acrescentado o ninho 1+. Até que hoje ao acessar a internet encontro uma matéria falando do Ninho Fases.
E agora? Volto utilizar o nestogeno ou realmente mudo para o Ninho 1+, ao ler a notícia minha vontade foi de não mais usá-lo e agora estou na dúvida cruel, mas acredito que não usarei.
E vocês mamães, já souberam dessa notícia? Seus filhos usam? Se sim o que irão fazer? Gostaria de opiniões.
Beijão
Segue o link abaixo:
Procon investiga composto lácteo da Nestlé que tem 'cara' de leite e deixa pais confusos
Estou aqui para partilhar de um notícia que foi publicada ontem na internet, mas acabei sabendo hoje.
Confesso que agora eu como mãe estou mega confusa sem saber o que pensar.
Semana passada levei a Maria Luiza no pediatra, para acompanhamento e também para ela me passar um novo leite. Pois bem, ela me orientou a dar o Ninho 1+, e eu crente que estaria dando leite para minha filha. Está certo que eu poderia ter me atentado ao rótulo da embalagem, mas por acreditar ser Ninho achei que seria leite ninho.
E desde a consulta tenho feito a transição, tenho acrescentado o ninho 1+. Até que hoje ao acessar a internet encontro uma matéria falando do Ninho Fases.
E agora? Volto utilizar o nestogeno ou realmente mudo para o Ninho 1+, ao ler a notícia minha vontade foi de não mais usá-lo e agora estou na dúvida cruel, mas acredito que não usarei.
E vocês mamães, já souberam dessa notícia? Seus filhos usam? Se sim o que irão fazer? Gostaria de opiniões.
Beijão
Segue o link abaixo:
Procon investiga composto lácteo da Nestlé que tem 'cara' de leite e deixa pais confusos
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